Saiba porquê o Alpfilm Protect é a melhor alternativa sustentável

O conceito de sustentabilidade está em destaque desde os últimos 20 anos.  E não é à toa já que os efeitos colaterais do uso indiscriminado dos recursos naturais e emissões de CO2 têm impactos negativos colossais no planeta. 

A partir do problema, já vemos avanços de políticas sustentáveis dentro de Governos e também em instituições privadas para mitigar tais danos ambientais. E o mesmo ocorre com problemas sociais, nos quais sempre existiram, mas estão em maior destaque na mídia e nas corporações ao longo dos últimos anos.

A Alpfilm®, enquanto empresa que visa não somente o lucro, mas também tem preocupação social e ambiental, implementa soluções para reduzir tais questões.

Diminuição do desperdício

Um dos pilares da empresa é a atenção em reduzir o desperdício de alimentos no Brasil, que, infelizmente, ainda é extravagante. É o que mostra o relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização britânica de resíduos WRAP, em 2019: foram 41 mil toneladas de alimentos desperdiçados. Isso significa que 30% dos alimentos produzidos no país são desperdiçados.

 

E mais: o estudo liderado pela ONU em todo o mundo revelou que grande parte do descarte é feito dentro das residências. Tal desperdício pode ser evitado por meio de mais informação para a população sobre como preparar melhor os alimentos e também a partir da conservação adequada – com o uso do plástico filme, sendo o Alpfilm Protect superior aos outros encontrados no mercado. 

O grande potencial do plástico transparente Alpfilm Protect® – desenvolvido pela Alpfilm®, está na composição: com micropartículas de prata e sílica, tais elementos são capazes de inativar 79,9% do novo coronavírus em três minutos e 99,99% em até 15 minutos.

O plástico foi testado e teve a eficiência comprovada por meio da empresa  QuasarBio, referência em ensaios com SARS-Cov-2 que tem laudos protocolados pelo Professor Lucio Holanda Gondim de Freitas, especialista no assunto. Os estudos foram realizados no laboratório Nível de Biossegurança 3 (NB3), em São Paulo –  especializado na manipulação de microrganismos com alto grau de patogênicos.

O produto, que antes da pandemia já contava com propriedades antifúngicas e bactericidas, passou por uma série de estudos para adequações e assegurar a eficácia contra o novo coronavírus. O resultado é um plástico filme com eficácia contra tais patógenos e seguro em contato com os alimentos.

 

Com isso, a proteção do Alpfilm Protect® garante maior tempo de duração do alimento para consumo seguro. Todas as refeições em contato direto com o Alpfilm Protect® duram, em média, 15 dias a mais em comparação com outros plásticos transparentes. 

Além disso, pensando em diminuir o descarte desnecessário de produtos, a empresa desenvolveu o Alpfilm Protect Trilho® que possui um sistema de corte do plástico, facilitando a embalagem do alimento e diminuindo o desperdício do plástico filme. Desta forma, gera-se economia de dinheiro, tempo e também evita o uso exagerado e desnecessário do plástico o que, consequentemente, diminui o excesso de lixo despejado no meio ambiente. O produto, que é de uso doméstico, está disponível para os consumidores em gôndolas de supermercados.

Ao pensar em soluções para ajudar na redução desperdício de alimentos em São Paulo, a Alpfilm® doou neste ano diversos materiais para a ONG Banco de Alimentos, associação que recolhe alimentos que já perderam valor de prateleira no comércio, mas ainda estão bons para consumo, e os distribui para a população mais necessitada na cidade.

A doação incluiu sacos picotados (para legumes e frutas), sacos plásticos com capacidade de até 20kg para a colheita urbana e stretch filme para unitização dos pacotes e transporte, o que facilita a conservação correta dos alimentos e minimiza o desperdício.

A ONG Banco de Alimentos contribui para a alimentação de mais de 20 mil pessoas todos os dias na cidade.

Tal controle e diminuição do descarte desnecessário de alimentos é sustentável no momento em que incentiva o menor uso dos recursos naturais, como água e plantação para a produção de ‘novos’ alimentos, diminuindo os impactos ambientais. E, ao mesmo tempo, contribui para a alimentação de pessoas que não têm refeição diária ou faltam nutrientes na dieta.  

Reaproveitar

O reuso de materiais na indústria faz parte dos pilares da economia sustentável. Diante disso, a Alpfilm está fechando parceria com a cooperativa Viva Bem, que recicla ou reaproveita itens que iriam para o lixo com o foco no descarte sustentável. Assim, a empresa irá adquirir materiais plásticos reciclados vindos da cooperativa e implementar na linha de produção. Os produtos reciclados serão utilizados nas linhas industriais da empresa e não no setor alimentício.

A escolha da cooperativa não foi em vão. A associação atua com cooperados, muitos estrangeiros, que estavam em situação de vulnerabilidade social. Desta forma, desde 2004, a cooperativa oferece maior dignidade a estas pessoas, permitindo trabalho e renda, o que também viabiliza o crescimento da economia.

A partir da parceria, também ajudamos o meio ambiente em dois momentos: deixa-se de adquirir insumos ‘novos’, diminuindo a aquisição de novas matérias primas e danos aos recursos naturais e também é despejado menos lixo no meio ambiente, trabalho feito por meio da reciclagem e reutilização dos materiais.

 Mas então como ajustar o plástico no meio ambiente?

Desde o início da produção do plástico, que contabiliza cerca de seis bilhões de toneladas do material que descartamos, apenas 600 milhões de toneladas foram recicladas. E, embora o material seja descartado há muito tempo sem um planejamento sustentável claro desde o início da produção em massa, em 1950, hoje podemos ver alternativas ecológicas em maior evidência.

E, à medida que permeia a proibição de alguns tipos de plásticos em diversos países como solução mais ecológica e sustentável, veem alternativas para substituir o material. Mas será que tais soluções são boas mesmo? 

Biodegradáveis não são alternativas ecológicas 

No processo biodegradável, os resíduos são degradados por microorganismos – como bactérias e fungos- em ambientes aeróbios (industrial) ou anaeróbicos (aterros sanitários). Ao final da biodegradação, é gerado água, dióxido de carbono (CO2) e biomassa, que é o adubo. O problema ambiental é que, no caso da biodegradação em aterros, também é produzido gás metano, que é extremamente prejudicial para o meio ambiente e para nós, seres humanos.

Quando inalado pelo ser humano, a substância pode causar desmaios, asfixia, parada cardíaca, dentre outros problemas de saúde. Além disso, no caso do meio ambiente, acelera o efeito estufa – aquecimento térmico da terra- com um impacto 20 vezes maior do que o dióxido de carbono (CO2) contribuindo assim para o aquecimento global.

Outro fator é que apenas o nome ‘biodegradável’ não mensura o tempo que tal degradação ocorre. Além disso, o processo não elimina a necessidade de introduzir substâncias nocivas ao solo e à atmosfera para ocorrer a degradação, como o já mencionado gás metano.

Além disso, materiais degradáveis não constituem solução para o problema do resíduo sólido urbano, pois mesmo os degradáveis continuam a ocupar lugares em aterros, uma vez que a taxa de biodegradação não é tão rápida.

Outro problema é incentivar a população a jogar resíduos biodegradáveis diretamente na natureza, pois o simples fato de ser biodegradável  faz pensar que o resíduo irá se degradar  rapidamente e  “desaparecer”, o que não é uma realidade.

E, no momento em que o resíduo biodegradável caminha para os rios, contribui para o aumento do oxigênio na água, desequilibrando a disponibilidade de tal componente na vida marinha. Posso citar o Rio Tietê, deteriorado por conta de resíduo orgânico – naturalmente biodegradável.

Além do mais, a degradação ambiental é dupla. Já que houve perda ambiental para a fabricação do material, gera-se novamente uma perda no momento da compostagem, com a necessidade de água e mais elementos químicos neste segundo processo industrial. Não parece existir a economia circular e sustentável neste ciclo. 

Substituir também não é pertinente 

Não é adequado converter a embalagem plástica por uma que não tenha a devida eficiência, no momento em que os materiais descartáveis são as soluções mais eficientes na higiene e controle de doenças. Podemos analisar o cenário há mais de um ano, no qual a pandemia forçou a população a ter mais controle de saúde. Tempo nos quais hospitais e a população civil mais utilizaram e ainda usam máscaras, além de cateteres e outros materiais descartáveis em ambientes hospitalares, garantido a saúde e qualidade de vida. 

Além disso, citando o plástico filme, o material é ideal para embalar e conservar alimentos por muito mais tempo, comparado com outros produtos, como o papel. Já que o plástico PVC veda por completo o alimento ou tigela, evitando a entrada de patógenos: o que previne uma possível intoxicação alimentar e também o desperdício de alimentos.

Além da proteção contra a invasão de agentes externos, o plástico filme é desenvolvido especialmente para preservar todos os sabores e aromas dos alimentos, diferente de outros materiais que não garantem o armazenamento dos alimentos com tal qualidade.

Outro ponto é que para higienizar todos os produtos reutilizáveis no dia a dia é necessário mais consumo de água, recurso natural que demanda uso racional, além do aumento na conta de luz e tempo que a equipe desperdiça para higienizar todos os produtos por completo. 

Há falta de comprovação de órgãos reguladores 

Muitos produtos com base natural que estão sendo colocados para substituir o plástico não têm comprovação sanitária de órgãos reguladores, podendo colocar a população em risco.

Para os produtos de base natural alcançarem o mesmo desempenho dos termoplásticos para a mesma função, precisam receber aditivos e, como são recentes, não têm comprovação sanitária e regulamentação, diferente dos termoplásticos, que já seguem tais especificações sanitárias.

É o que indica a Organização de Consumidores e Usuários (OCU), associação de defesa do consumidor espanhola, que encontrou mais de 50 compostos nocivos em materiais feitos com bagaço de cana e papel: substitutos do plástico.  A entidade detectou as substâncias perfluoroalquiladas (PFAS), cloropropanóis, alumínio e aminas aromáticas primárias em proporções que ultrapassam os valores de referência estabelecidos por outros países como o Instituto Federal Alemão de Avaliação de Riscos (BfR ), entidade especializada em segurança alimentar.

Além disso, neste ano, o Ministério Federal da Alimentação e Agricultura da Alemanha ( BMEL) indicou a diversas associações que os produtos feitos de bambu ou de farinha de bambu não são adequados para contato com alimentos. As autoridades de supervisão e aduaneiras já tomaram medidas para retirar do mercado copos, talheres e produtos semelhantes para não permitir a entrada na região.

Então, qual a alternativa?

A solução é utilizar os produtos certos e certificados para cada demanda da rotina. No caso, o plástico filme garante saúde – sendo que é mais higiênico e conta com certificação para entrar em contato com alimentos, tendo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como órgão regulador brasileiro. Além de garantir maior durabilidade – evitando o desperdício de alimento e de dinheiro. 

Outro ponto fundamental é empenhar ações para evitar os excessos e desperdícios dos materiais, evitando, assim, o acúmulo desnecessário de resíduos no planeta, além da reciclagem e reutilização do material, como ações de parcerias com cooperativas- exemplifico a ação de Alpfilm® com a Cooperativa Viva Bem, citada acima. 

E como sugestão final, trago a ideia de um teste no estabelecimento: por meio de um profissional nutricionista e o especialista que mede a quebra, calcular a redução do desperdício dos alimentos com o uso do plástico filme Alpfilm Protect®.  Garanto que, com o uso do material, a durabilidade do alimento será superior comparado com hoje, o que garante maior lucro, já que não houve degradação do alimento. Desta maneira, será possível ter o lucro integral, em cima do preço original do produto e o mais importante: garantindo a segurança alimentar. 

 

Fonte: 

https://www-foodretail-es.cdn.ampproject.org/c/s/www.foodretail.es/industria-auxiliar/envases-desechables-alimentos-componentes-ocu_0_1554744522.amp.html

https://www.trade-e-bility.com/news/details/article/bamboo-not-suitable-for-foodstuffs/

https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-52926914

https://www.sincovaga.com.br/os-efeitos-do-desperdicio-chocante-de-alimentos-no-mundo/

http://www.plastivida.org.br/images/temas/parecer-CETEA-22junho2007.pdf

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